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Emblema da Dobra de Fogo.pngEmblema da Dobra de Ar.pngEmblema da Dobra de Água.pngEmblema da Dobra de Terra.pngEmblema espiritual.png


Wan tornou-se o primeiro avatar ao se fundir com o espírito da luz, Raava. Ele era um garoto humilde que viveu na era em que os humanos viviam em Tartarugas-Leões. Após ser banido de seu lar, aprendeu a conviver com os espíritos decidido a equilibrar entre eles e o resto da humanidade.[3]

História[]

Ganhando o Dobra de Fogo[]

Ele vivia roubando mantimentos da família Chou, para sustentar seus amigos com quem morava. Um dia, Wan teve uma ideia. Oficiais da cidade onde morava estavam chamando recrutas para uma caçada, porque era assim que eles traziam a comida para alimentar o povo da cidade. Logo, no lado de fora, eles chamaram a Tartaruga-Leão, guardiã da cidade. Era ela quem concedia o poder do fogo aos humanos, para caçarem na floresta, onde era o domínio dos espíritos. Quando os caçadores já estavam para entrar na floresta, Wan fingiu estar com muito medo, e pediu desistência da missão, fazendo o chefe do grupo o expulsar dali. Wan, com a dobra de fogo que ele furtou, reuniu alguns aldeões e decidiram invadir as propriedades dos Chou, para roubar seus mantimentos. Estavam disfarçados com máscaras. Quando porém um dos filhos de Chou, que atacara Wan, viu-se encurralado pelas chamas, Wan não teve coragem de matá-lo, e sua máscara caiu, fazendo com que todos descobrissem que ele havia furtado a dobra de fogo. No entanto, só ele foi descoberto.

Amizade com os espíritos[]

Por ter cometido esse crime, ele foi condenado a se exilar nas selva espiritual. Mas ele rogou a Tartaruga-Leão que o permitisse ficar com a dobra para sobreviver na floresta. Ela então disse que por ter cometido tal crime, nunca mais poderia voltar àquela cidade, mas consentiu em deixá-lo com o poder de fogo. Logo, Wan teve que vagar por aquela vastidão, até que encontrou um Oásis, protegido por um espírito. Ele não o deixou entrar, por acreditar que por ser humano, Wan era destruidor e mau. Contudo, ao encontrar um Gato-Veado preso na armadilha dos caçadores de sua antiga cidade, teve compaixão do animal, o qual libertou e defendeu deles, despertando respeito entre os espíritos, que o acolheram no Oásis. Wan desenvolveu uma amizade forte com os espíritos, defendendo-os dos caçadores com a sua dobra de fogo, que melhorou com a ajuda de um dragão, fazendo da arte elementar do fogo a sua extensão. Durante esse tempo, Jaya, seu amigo com quem morava nos arredores de sua cidade, no casco da Tartaruga-Leão, convencido que seu amigo sobreviveu na floresta dos espíritos, liderou um grupo que propunha sair da cidade com a dominação de fogo.

Encontro com Raava[]

Dois anos se passaram, e Wan, tendo aprendido completamente a arte do fogo, decidiu partir em busca de outras cidades Tartaruga-Leão, para recomeçar uma nova vida. Montado em seu Gato-Veado Mula, eles viajaram muito, até que, ao pararem num vale, presenciaram uma multidão de espíritos fugindo de algo, dizendo que os Espíritos Todo-Poderosos estavam lutando ali perto. Wan decidiu ir até lá para saber o que estava acontecendo. Ao se deparar com dois espíritos gigantes batalhando, quis fazer com que os dois parassem, para dar fim àquela confusão. Um deles, percebendo a intensão do humano, clamou a ele, pedindo para que o libertasse. Então, por impulso, e acreditando nas palavras do espírito, os separou definitivamente, usando sua dobra. Então, ao ver-se livre um do outro, o grande espírito enegrecido revelou-se, agradecendo a ajuda e dizendo que agora iria espalhar o caos no mundo. Irritado, o outro espírito ralhou com o humano, perguntando se ele sabia quem eles eram. Logo, Wan conheceu Raava, o espírito da luz e da paz, e Vaatu, o espírito das sombras e do caos, o qual tinha libertado, impondo o desequilíbrio para o mundo. Raava o culpou pelo acontecido, dizendo que Vaatu iria mergulhar o mundo em caos e trevas pelos dez mil anos seguintes e que agora, ele não deveria mais interferir nos assuntos dos espíritos. E Wan, arrependido, também foi embora.

Ele então, ocasionalmente encontra dobradores de ar e vai até a cidade deles. Lá, apresentasse como um viajante de outra cidade. Porém, uma infestação de espíritos malignos o interrompeu, com a presença de Vaatu com sua energia negativa. Com isso, Raava teve que intervir. Quando a confusão terminou, um ancião questionou o que estaria acontecendo. Raava disse que a culpa era do visitante, e que saindo da cidade, teve que se entender com a Tartaruga-Leão. Wan, então, propôs que Raava o ajudasse, e pediu à Tartaruga que concedesse a dobra de ar. Ela achou a ideia absurda, mais concordou em lhe conceder a dobra caso o Grande Espírito da Luz aceitasse o plano. Raava, enfim, concordou. Wan então passou a combinar a sua energia com Raava, pois era a única forma de dominar dois elementos ao mesmo tempo, e que Raava o tinha dito que eles teriam a oportunidade de derrotar Vaatu na Convergência Harmônica, que se daria ao longo de um ano, no tempo dos humanos, e que mesmo que se conseguissem derrotar Vaatu ele não poderia ser destruído, também valeria se fosse no caso de Raava, pois trevas e luz precisam um do outro. Ela também o explicara que os espíritos, na verdade, pertenciam ao mundo espiritual, nos Polos norte e sul, sendo que eles se cruzam, e que Vaatu havia aberto os portais para este mundo, onde eles passaram a vagar. Com isso, os homens teriam se refugiado nos cascos das Tartarugas-Leões, se afastando uns dos outros.

Wan, na companhia de Raava, viajaram em busca de outras cidades para adquirir os outros elementos. Com isso, absorveu os ensinamentos e detinha consigo um grande ímpeto de poder. Entretanto, Raava o advertiu que se ela ficasse por muito tempo dentro de Wan, concentrando a energia que controlava os quatro elementos juntos, ele não resistiria e seria destruído. Ele, por coincidência, encontra Jaya com sua colônia de humanos, que desmatavam uma parte da floresta e atacavam qualquer espírito que se aproximasse. Ele, infelizmente, testemunhou uma batalha entre eles e os espíritos que habitavam a floresta. Aproveitando da raiva e do ódio de ambos os lados, Vaatu apareceu e influenciou os espíritos a atacarem os humanos. Wan tentou impedir, utilizando as dobras dos quatro elementos, mas ele permaneceu muito tempo com Raava, e teve que desistir, permitindo que a batalha acontecesse e que dizimasse o grupo de humanos. O domínio e o poder exercidos por Vaatu fez com que Raava ficasse enfraquecida e diminuída, pois quando as trevas aumentam a luz diminui.

Com isso, Wan encaminhou ele e Raava para o portal espiritual do norte, onde Raava confessou que nunca havia imaginado que os humanos fossem capazes de ter tanta nobreza e coragem. Wan a encoraja, dizendo que a batalha ainda não havia começado, e que teriam alguma chance, afinal era sua primeira Convergência Harmônica. Eles entram pelo portal para o mundo espiritual (no lugar onde os dois mundos se encontram). A Convergência Harmônica se inicia. Vaatu se apresenta e zomba de Raava, dizendo que ele iria trazer caos e trevas para o mundo e que ela estava fraca demais para impedi-lo. Então Wan intercede em nome de Raava. Os dois batalham para decidir o destino do mundo. Wan pede ajuda à Raava, que uni-se a ele, juntando suas energias. Porém Vaatu estava muito forte, e Wan passara muito tempo com o espírito da luz. O espírito das trevas o imobilizou no momento em que os planetas se alinharam totalmente.

Então, Raava orientou Wan para uma fonte de energia de um dos portais ativada pelo apogeu da Convergência Harmônica. Logo, a essência espiritual de Raava funde-se total e permanentemente ao espírito de Wan, tornando-os um só. Então, Wan torna-se o primeiro avatar (ou seja, um espírito superior encarnado/manifestado em um corpo humano). Ele usa os quatro elementos no Estado Avatar e aprisiona Vaatu no oco da Árvore do Tempo, dizendo por fim, que ali seria a sua prisão a partir de então, e que ele fecharia os portais para que nenhum humano o libertasse. Wan deixou que todos os espíritos viessem ao portal espiritual para o seu mundo de origem, fechando-os logo em seguida. A partir de então, os espíritos parariam de brigar com os humanos, e este ensinaria à eles a respeitarem os espíritos, sendo ele, a ponte entre os dois mundos.

Depois disso, as Tartarugas-Leões decidiram que não eram mais encarregadas de abrigar os humanos em seus cascos e que não dariam mais as dobras-concedidas dos elementos para eles. Os homens se lançaram e passaram a habitar o verdadeiro mundo. Por causa das diferenças e das disputas entre eles, passaram a guerrear uns com os outros. Por isso, o Avatar Wan se encarregou de manter a paz no mundo. Todavia, ele não conseguiu cumprir sua tarefa plenamente. Mas Raava deu-lhe uma segunda chance, prolongando a tarefa de zelar pela paz no mundo, estendendo-a para as suas reencarnações. E assim iniciou-se, a Era do Avatar.

Legado[]

Como o primeiro Avatar, Wan estabeleceu o Avatar como alguém que promove a paz mundial e mantém o equilíbrio entre os reinos físico e espiritual. Sua fusão com Raava também criou o Espírito do Avatar e o Ciclo do Avatar, garantindo a reencarnação do Avatar na próxima nação correspondente à ordem em que ele aprendeu suas habilidades de Dobra, a saber: fogo, ar, água e terra.

Apesar disso, sua história, juntamente com o maior conhecimento de seu tempo, foi perdida nos séculos seguintes. Os poucos que conheciam sua lenda viam sua decisão de fechar os portais espirituais com críticas, considerando suas ações tolas ou equivocadas; mesmo sua atual encarnação, Avatar Korra, apesar de sua intenção inicial de fechar os portais, os manteve abertos para inaugurar uma nova era na qual humanos e espíritos vivem em harmonia.

A Lótus Vermelho veio a conhecer sua história, espalhando-a entre seus membros, incluindo Unalaq e Zaheer. Tornou-se o objetivo da organização abrir os portais espirituais, na esperança de liberar Vaatu, acreditando que o distúrbio que isso causaria acabaria por trazer equilíbrio ao mundo, embora Unalaq mais tarde tenha traído a organização para perseguir seu objetivo pessoal de se fundir com Vaatu para se tornar um Avatar Sombrio.[4]

Uma estátua de Wan permaneceu dentro do salão das estátuas de Avatar no santuário do Templo do Ar do Sul. A estátua é incomum, pois é de madeira e se deteriorou com o tempo, enquanto a maioria das outras é de pedra, e mostra Wan sendo abraçado por uma imagem de Raava. Jinora, enquanto visitava a família no Templo do Ar do Sul, viu-se atraída pela estátua. Simultaneamente ao sucesso de Korra em trazer de volta as Luzes do Sul, a estátua de Wan, que estava armazenada em uma alcova sombreada nas profundezas do santuário, brilhou intensamente. [5]

Personalidade[]

Wan foi inicialmente imprudente e cabeça quente quando sentiu que ele ou aqueles que estavam perto dele estavam sendo tratados injustamente, embora ele preferisse usar truques para conseguir o que queria, em oposição à violência. Ele mantinha a mente aberta, porém, sem medo de imaginar as coisas sendo diferentes e indo contra o conselho de outras pessoas em busca de fazer o que achava certo ou necessário. No entanto, quando ele cometeu erros, sentiu remorso, mesmo a ponto de arriscar sua vida de bom grado para consertar as coisas. Embora inicialmente não estivesse preocupado com o mundo exterior, ele desenvolveu uma curiosidade e um desejo de aprender sobre a natureza, os espíritos e outras cidades humanas. Embora ele tenha treinado para ser um dos seres humanos mais poderosos de sua época, ele era humilde, aprendendo os caminhos dos espíritos, apesar do desprezo inicial por ele, e estabelecendo a posição do Avatar em um ato de dever, em vez de afirmar a sua própria. vontade sobre os outros.

Em sua vida posterior, Wan era muito menos impulsivo e, embora estivesse disposto a lutar pela paz, ele preferiu resolver disputas entre diferentes grupos por meio da diplomacia, acreditando que as pessoas precisavam aprender a viver juntas em paz. Ele passou a vida inteira tentando manter o equilíbrio no mundo, mostrando-se um indivíduo compassivo, otimista e corajoso, que coloca principalmente as necessidades e a segurança dos outros; espíritos, humanos e animais acima dos seus.

Habilidades[]

Originalmente, Wan só podia dominar um elemento por vez, mas após se unir a Raava, se tornou capaz de dominar todos os elementos simultaneamente. Ele também ganhou a habilidade de abrir e fechar portais espirituais assim como usar o Estado Avatar para melhorar suas habilidades.

Dobra de fogo[]

Com as habilidades que a tartaruga leão do fogo temporareamente presenteava os colonos que a habitavam, Wan inicialmente tinha pouca habilidade em dobrar fogo, limitado a simples rajadas de fogo. No entanto, durante seu tempo vivendo com os espíritos, Wan desenvolveu a forma de dobrar fogo da Dança do Dragão e foi o primeiro humano a usar o fogo como uma extensão de seu corpo, e não apenas como uma ferramenta para procurar comida. [4] Ele se tornou capaz de redirecionar o fogo de volta para seus oponentes, bem como técnicas de dominação de alto nível, como deflexão de chama, propulsão a jato e a capacidade de produzir plumas de fogo maiores. Ele era habilidoso o suficiente para usar o elemento para defender espíritos e humanos de espíritos sombrios que Vaatu havia corrompido. Ele também confiou mais em dobrar o fogo em sua batalha final com o espírito das trevas, exibindo-o como sua arte favorita e mais eficiente em dobrar. [1]

Outras dominações[]

Guiado pelo desejo de ajudar Raava, Wan viajou para outras tartarugas-leões, com a intenção de receber a capacidade de dobrar os outros três elementos. Depois de treinar extensivamente com Raava ao longo de um ano, ele se tornou proficiente no uso de cada forma de arte individual. Com a dobra de ar, Wan foi capaz de produzir grandes explosões de ar, manter um bico de ar, afastar grandes grupos de inimigos e usar uma nuvem de ar como meio de transporte. Suas habilidades de dobrar a água estendiam-se ao domínio de formas básicas, como escorregar na água, a técnicas clássicas que envolviam o uso de chicotes. Com a dobra de terra, Wan usou principalmente o elemento para arremessar pedras em seus oponentes e se lançar no ar. Ao combinar os elementos, ele foi capaz de se defender contra o espírito que Vaatu embora não tenha conseguido derrotá-lo completamente. Depois que ele se fundiu permanentemente sua alma com a de Raava, ele poderia dobrar todos os elementos simultaneamente e, finalmente, conseguir conter o espírito sombrio em uma esfera elementar.

Outras habilidades[]

Wan era ágil e habilidoso em acrobacias, pois conseguia ao se balançar em um varal, aterrissar em um quarteirão adjacente e atravessar os telhados. Ele também foi capaz de saltar grandes distâncias. Ele também mostrou alta resistência e vigor físico, sobrevivendo a um ataque direto dos raios de energia de Vaatu e se recuperou rápido o suficiente para continuar lutando, Vaatu tendo que fazer novos ataques antes que Wan finalmente caísse.

Referências[]

  1. Predefinição:Cite web
  2. Bryan Konietzko nos comentários do DVD Inícios, Parte 1
  3. Inícios, Parte 1. A Lenda de Korra. Temporada 1. Episódio 19. Nickelodeon. (18 de outubro de 2013). Michael Dante DiMartino (roteirista) & Colin Heck (diretor).
  4. A Emboscada Policial. A Lenda de Korra. Temporada 2. Episódio 9. Nick.com. (1 de agosto de 2014). Michael Dante DiMartino (roteirista) & Ian Graham (diretor).
  5. As Luzes do Sul. A Lenda de Korra. Temporada 1. Episódio 14. Nickelodeon. (13 de setembro de 2013). Joshua Hamilton (roteirista) & Ian Graham (diretor).
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